A vida em Amesterdao



Nao o retalho da vida de um medico, mas o retalho da vida de uma portuguesa na terra dos diques, bicicletas, tulipas, moinhos, queijo... e sim, das drogas e do Red Light District tambem.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

India (III) - As pessoas

Fiquei agradavelmente surpreendida, tenho de confessar.
Nao sei se foi da preparacao pré-viagem, se foi por depois de ter visto a miséria e pobreza do Egipto, já criei alguma capacidade de resistencia, sinceramente gostei.
Andei por onde quis, nunca me senti incomodada (observada, sim. Muito. E fotografada sem autorizacao também, muito) nem desconfortável. Falei com as vendedoras dos mercados, pedi para tirar fotos, observei as criancas a ser criancas, vi muita alegria nas faces a minha volta pese embora a pobreza económica evidente. O choque em relacao ao que tinha sentido no Egipto nao podia ter sido maior. A pobreza financeira é a mesma, mas a intelectual/emocional nao podiam ser mais diferentes. As pessoas estavam curiosas sobre nós, queriam saber de onde vínhamos, sorriam e diziam adeus.
E nao consigo deixar de me convencer que tem de estar relacionado com as religioes dominantes (Islamismo no Egipto e Hinduismo na India).

3 comentários:

I. disse...

A minha mãe adorou a India, mau grado toda a pobreza, por causa das pessoas. Disse maravilhas, que é um povo muito belo, pleno de espiritualidade; além de serem muito educados e amigáveis.
Nunca lá fui, mas quanto aos egípcios, estamos conversados - a minha opinião é a mesma que a tua, ó gente esquisita, interesseira e antipática!

Tuxa disse...

Tal e qual!

m.a. disse...

a última foto, aqueles olhos da menina, são qualquer coisa de maravilhoso...