quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
E fiquei com a mao no puxador enquanto os olhos, ainda incrédulos, se habituavam a tons de branco. No centro da cidade, havia10 cms de neve em todo o lado, excepto duas tirinhas na estrada, por onde uns quantos pneus já tinham passado e deixado marca.
Pensei em ir buscar a máquina mas desisti, sou péssima fotógrafa e nao ia conseguir tirar uma foto de jeito.
Pus o George Michael a cantar o "Last Christmas" no meu ipod e vim para o trabalho.
E um percurso que demora 15 minutos levou-me quase 30. A neve é linda, mas traicoeira como tudo...
E prontos, parece que chegou mesmo o Inverno, a Neve, o caos nos comboios e nas estradas metade do meu departamento já avisou que amanha vai ficar em casa) e que o Natal está mesmo aí ao virar da esquina.
E agora se me dao licenca, vou ouvir Diana Krall a cantar o Natal, nao pensar nos prazos nem no fim-de-semana de mba que me espera, e vou enganar-me com este branco até conseguir.
*os meus aquece-orelhas sao pretos, largos e farfalhudos. Com eles na cabeca fico com umas rodelas gigantes nos laterais da tola que lembram a Princesa Leiaquando vai no Millenium Falcon as Luas de Endor.... enfim... devaneios
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Era inevitável...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Desilusao
A forca
Fim-de-semana Apocalíptico
2012 e Knowing.
Eu ando a sentir que o mundo me está a cair em cima, mas também nao era preciso exagerar. Que pontaria, livra!
(E nao valem nada, nem um, nem outro...)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
E no fim de um dia de trabalho dos Infernos...
Estarei, de 31 de Dezembro a 3 de Janeiro, a gozar os prazeres da vida.... boa companhia e passeios.
Paris, vemo-nos daqui a 3 semanas. 2010 comeca em estilo!!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Pecam ao Pai Natal

"Given that we can live only a small part of what there is in us - what happens to the rest?"
Esta frase, por exemplo, deu-me food for thought por algumas horas.
Valerá a pena dizer que adorei?
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Ontem a noite
O concerto foi óptimo. Cantei tudinho de principio ao fim, revivi momentos muito específicos da minha adolescencia ao som de algumas músicas e dancei. Valeu a espera, o dinheiro e a viagem.
Um pouco mais de 2 horas de espectáculo. que valeu imensíssimamente a pena.

Agora o outro lado. Estava com as expectativas na estratosfera. Há demasiado tempo que os queria ver, sem sucesso. Tenho nocao disso.
Mas, verdade seja dita, tenho vários álbuns deles ao vivo. E tenho um dvd com um concerto. Por isso sei bem do que eles sao capazes de fazer. E li as "reviews"entusiásticas de quem os viu em Lisboa. E sei que amigos meus que os viram em Paris adoraram.
Nao sei se foi do alinhamento, do ritmo e cadencia do concerto, do estádio, do público, todos ou parte, mas fiquei com aquela sensacao do "saber a pouco".
Adorei, mas fiquei com um travo amargo por saber que nao assisti "ao concerto" que eles sao capazes de dar!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
DM - É hoje!
Comprei bilhetes para o Pavilhao Atlantico.... eles cancelaram.
Comprei bilhetes para o Bessa, paguei aviao e marquei férias nessa semana... eles cancelaram.
Comprei bilhetes para logo a noite no Ahoy em Roterdao. Nao há notícias de cancelamentos... so far!
Por isso, daqui a menos de 12 horas, estarei, finalmente, a disfutar de um dos concertos mais antecipados e desejados de 2009.
Depeche Mode.
domingo, 29 de novembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Desperdicio
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Gold
Soterrada em trabalho como estou, bem precisava de um "brilho" para me animar.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
(...)
Um idoso passa de bicicleta, debaixo de chuva. Uma bicicleta antiga, de rodas grandes e um cesto na frente. Sem qualquer agasalho, ou artefacto que o protegesse, segue o seu caminho, não sei se com algum destino marcado. Numa poça de água, tropeça e cai. Exactamente na mesma altura em que uma carrinha passa, e que, miraculosamente, o consegue evitar.
Os transeuntes mais próximos correm em seu auxilio. Por momentos, e num rasgo de crueldade, da qual também sou vítima, confesso, julgo que estaria sob efeito de álcool. Porque é fácil, atribuir rótulos aos mais fracos. Entretanto percebo que não, e irrito-me comigo por tê-lo pensado. Fui injusta, e não gosto mesmo nada disso.
Oiço-o depois a falar com a Dona R., onde parei para comprar o jornal, e fico a olha-lo, num sentimento estranho. De compaixão, misturado com alguma ira virada a mim.
Sim Dona R, eu sei que já não tenho idade para estas coisas. Mas não, não tenho dinheiro para uma motoreta daquelas fechadas. A minha reforma não chega para isso. Medicamentos, água, luz. Sou sozinho, sabe como é.
Nós pensamos que sim, mas julgo que poucos saberemos como é. Percebo, que é esta a Solidão, que por vezes se fala por aí.
Pela CF - li e senti o fundo das entranhas a revolverem-se. Porque me custa muito a solidao, abandono e pobreza nos idosos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Nem mais
É levar com os nervos do dia-a-dia, a gritaria do trabalho ainda a fazer eco em casa, as dúvidas, a depressão de inverno, as manias e tiques e limpezas.
O Byron é que dizia: "é mais fácil morrer por uma mulher do que viver com ela". Porque viver é que é a grande prova. O grande amor.
E o que eu quero dizer é: o amor nunca devia ser tomado como um pressuposto - a célebre desculpa "claro que gosto de ti, senão não estava contigo". O amor deve ser dito em voz alta, manifestado em actos loucos e românticos de vez em quando, enviado por mensagem, escrito num telegrama, num espelho, no pó dos móveis, se for preciso.
O amor deve ser dito em voz alta mesmo quando se está lado a lado. Mesmo não: sobretudo quando se está ao lado.
Pela Juliette
terça-feira, 24 de novembro de 2009
I amsterdam
Oslo
Felizmente tinha decidido nao ser parva e como tinha voo as 7 da manha, chamei um táxi e nem dei por nada. Senao acho que tinha sido desta que perdia um voo.
Depois de terminada a reuniao, e porque só tinha voo de regresso as 20.15h, fui passear um pouco pela cidade. Fiz a avenida principal de quem chega pela Estacao Central (Karl Johans Gate) até ao Palácio Real, passando pelo Teatro Nacional. Rua pedonal, cheia de lojas, muito giro. Como a chuva caia sem piedade, apanhei o tram 12 que faz um circulo pela cidade, passando por alguns dos pontos turísticos principais. Também gostei.
Decidida a nao me deixar vencer pela chuva, e porque oportunidades para passear assim em viagens de trabalho nao abundam, fui a Opera House, um edificio moderníssimo, junto a estacao, uma construcao de vidro e madeira, muito harmoniosa e projectada sobre o rio. Explorei o interior e o exterior. De saltos altos. E estava a chover a potes.
Ainda nao eram 5 da tarde e estava noite cerradíssima. Assim como se já fosse hora de ir para a cama.... que depressao.
Vencida pela molha, cansaco e saltos altos, fui para o aeroporto. Foi uma visita relampago, mas deu para ver que vale a pena uma espreitadela num fim-de-semana alargado.


